Dois estudos publicados em 2011 mostraram cientistas cultivando espermatozoides de ratos in vitro. Um grupo de cientistas japoneses conseguiu cultivar as células a partir da retirada das células germinativas de testículos de ratos recém-nascidos, por meio de uma microcirurgia. As células foram então colocadas em meio de cultura para que se desenvolvessem a partir da espermatogênese e, por fim, se transformassem em espermatozoides. O meio de cultura utilizado foi o Ágar-ágar, um gel amplamente utilizado em laboratório.
Cientistas da Alemanha e de Israel, por sua vez, também conseguiram cultivar os espermatozoides de ratos em laboratório. No entanto, o grande feito foi que o cultivo foi realizado em um meio de cultura chamado Soft Agar Culture System (SACS). A diferença entre os dois meios de cultura é que o SACS é um meio gelatinoso, caracterizado como tridimensional. O cultivo de células nesse tipo de meio permite que elas explorem as três dimensões do ambiente, ao contrário do que acontece quando são cultivadas em gel sólido (como o Ágar-ágar), também chamado de ‘cultura em monocamada’. O cultivo dos espermatozoides nesse tipo de cultura simula o ambiente natural no qual eles são formados, sendo um método mais aplicável para a criação de gametas humanos para quem é estéril.
Oi!!! Eu gostaria que os motivos que levam esses cientistas a cultivar espermatozoides de ratos ficasse mais claro para mim, rs. Tipo, o que eles querem com isso? Qual o proposito? Detesto quando as coisas não fazem sentido, tipo quando vamos estudar matemática e acabamos não usando alguns dos conhecimentos que adquirimos para nada em nossa vida! Espero que eles não estejam gastando dinheiro a toa... Bela postagem Irene, bjs!
ResponderExcluirTalvez o motivo desta pesquisa Juh, como cita no fim do post, seja a possibilidade de criar gametas humanos para pessoas que sofrem de infertilidade e a possível esperança deles gerarem seus descendentes. :D
ResponderExcluirEsse tipo de pesquisa tem como viabilizar o desenvolvimento de espermatozóides a partir de células germinativas em animais, para poder viabilizar o seu uso também em pesquisas com humanos. Outra inferência sobre este artigo, pode ser a possibilidade de diferenciação das célular germinativas em outros tipos célulares , como as pluripotêntes que poderiam viabilizar a cura de várias doenças, como por exemplo Doença de Alzheimer (DA). Obs: Antes de apresentar qualquer tipo de comentário precisamos primeiro tirar todas as inferências possivéis do texto! Ok...!
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