Novas 'máquinas biológicas' combatem doenças
22 de novembro de 2008 • 10h51 • atualizado em 16 de janeiro de 2009 às 17h40
Usando pedaços de DNA como se fossem peças de um jogo de construção, biólogos sintéticos criaram células combustíveis microscópicas, transformaram bactérias nocivas em auxiliadores intestinais e desenvolveram máquinas de diálise do tamanho de pílulas.
Esses projetos fizeram parte da competição International Genetically Engineered Machine (iGEM), um encontro anual do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Realizado na semana do dia 8 de novembro, o iGEM contou com a participação de 84 equipes de universitários de 21 países da América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa que expuseram o poder das "máquinas" biológicas da engenharia humana.
Biólogos sintéticos usam pedaços de DNA, que eles chamam de "partes", como blocos de construção para novos organismos úteis. É um pouco como programação de computador, mas em vez de código, os biólogos sintéticos acrescentam material biológico para alterar os organismos existentes, como bactérias, lêvedo e até células mamárias.
Os participantes do iGEM desenvolveram e construíram sistemas biológicos a partir de um mesmo conjunto de peças, mais outras produzidas por cada equipe. O objetivo é ganhar o Stanley Cup de biologia sintética - um grande "bio-tijolo" de alumínio passado de ano a ano, que simboliza os blocos de construção biológica usados na competição e com a inscrição dos nomes de ganhadores passados.
Extraído de: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI3344269-EI1434,00-Novas+maquinas+biologicas+combatem+doencas.html
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