A
empresa Natura confirmou para o próximo mês de julho a inauguração em
Manaus de um centro de investimento, tecnologia e inovação científica. O
Centro de Conhecimento, como foi batizado, atuará como agência de
fomento, concedendo bolsas para pesquisadores que queiram desenvolver
estudos sobre insumos derivados de produtos amazônicos. Os resultados
das pesquisas serão aplicados à cadeia produtiva da empresa.
Com a iniciativa, a Natura quer aumentar de
10% para 30% o seu consumo de insumos produzidos na região e, até 2020,
envolver entre 10 mil e 12 mil famílias agroextrativistas na cadeia
produtiva. Nos próximos oito anos, a empresa também planeja movimentar
recursos de até R$ 1 bilhão. Esta movimentação envolve a cadeia de
fornecimento de matéria-prima, passando por contratação de serviços
locais, tecnologia e certificação de ativos. A informação da inauguração
do Centro, cuja sede será localizada no bairro Nossa Senhora das Graças
(zona Centro-Sul), foi dada pelo diretor de ações de relacionamentos da
Natura, Rodolfo Guttila.
Em
entrevista exclusiva ao jornal A CRÍTICA, o executivo afirmou que o
modelo desenvolvido será o Sistema de Inovação Aberta, no qual o campo
de inovação é aberto a parcerias locais. Neste primeiro momento, a
Natura pretende recrutar oito pesquisadores locais de instituições com
as quais já firmou um Termo de Cooperação: Universidade Federal do
Amazonas (Ufam), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa),
Embrapa e Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA). “Vai começar
relativamente pequeno, mas (o Centro de Conhecimento) irradiará por toda
a região amazônica e outros países. Teremos o espaço físico pronto, com
toda a rede interligada. Teremos a sede, mas usaremos as estruturas das
universidades e do CBA. Trabalharemos com bolsas e com apoios a
projetos”, disse Gutilla. Até 2020, a empresa quer envolver
aproximadamente mil pesquisadores em uma rede que se expandirá de Manaus
para outros Estados e países. As ações de incentivo à pesquisa e
inovação terão foco nos seguintes temas: Cultura e sociedade;
Conservação e biodiversidade; Florestas e agricultura; e Design de
produtos e processos.
Em
busca de inovação
A Natura já investe em inovação e pesquisa, com mais de 300 doutores e pós-doutores nas áreas de farmácia, biologia, botânica, entre outras especializações. Com a abertura do Centro, seu projeto é abrir o campo de inovação em cosméticos e apostar em uma nova linha de produtos, com o objetivo de abreviar os resultados.
A Natura já investe em inovação e pesquisa, com mais de 300 doutores e pós-doutores nas áreas de farmácia, biologia, botânica, entre outras especializações. Com a abertura do Centro, seu projeto é abrir o campo de inovação em cosméticos e apostar em uma nova linha de produtos, com o objetivo de abreviar os resultados.
Geração de negócios
A abertura do Centro em Manaus faz parte do programa “Amazônia”, lançado em 2011 pela Natura. Segundo informações divulgadas pela empresa, a iniciativa busca criar oportunidades de negócios a partir de ciência, inovação e empreendedorismo, com foco no uso sustentável de produtos e serviços da sociobiodiversidade. Na primeira etapa, de 2011 a 2013, o foco é a expansão no segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, por meio de investimentos em ciência, tecnologia, inovação e estruturação de cadeias produtivas na região amazônica.
A abertura do Centro em Manaus faz parte do programa “Amazônia”, lançado em 2011 pela Natura. Segundo informações divulgadas pela empresa, a iniciativa busca criar oportunidades de negócios a partir de ciência, inovação e empreendedorismo, com foco no uso sustentável de produtos e serviços da sociobiodiversidade. Na primeira etapa, de 2011 a 2013, o foco é a expansão no segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, por meio de investimentos em ciência, tecnologia, inovação e estruturação de cadeias produtivas na região amazônica.
Até 2020, o programa movimentará um volume
de negócios de aproximadamente R$ 1 bilhão. “O Centro de Conhecimento é
fundamental dentro da estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação do
programa Amazônia. A partir dele serão coordenadas as redes de pesquisa
que fomentaremos na região, em conexão com instituições nacionais e
internacionais para tornar a Amazônia um grande polo mundial de
tecnologia e negócios sustentáveis em sociobiodiversidade”, afirma
Victor Fernandes, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Natura.
Fonte: http://acritica.uol.com.br
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